Consulta Homeopatia BH






Homeopatia BH
Homeopatia BH


Consulta Homeopatia

Homeopatia é uma forma segura, suave, simples, eficaz e científica forma de medicina, o que dá tempo de cura duradoura permanente. Em alguns tratamentos, a homeopatia também pode evitar a necessidade de cirurgia.

Homeopatia surgiu a mais de 200 anos, e está rapidamente ganhando popularidade em todo o mundo. Medicamentos homeopáticos são igualmente eficazes em doenças crônicas, agudas, doenças funcionais ou estruturais. Homeopatia não reprime e não dá alívio temporário.

O tratamento é dado para corrigir a causa da doença. Dado que os medicamentos homeopáticos são destituídos de qualquer toxicidade química, homeopatia é ideal para pessoas de todas as idades e sexos.

Homeopatia também é seguro durante a gravidez, durante o parto e até mesmo para um bebê recém-nascido. Pacientes diabéticos também podem tomar pílulas homeopáticas porque a quantidade de açúcar presente é muito pequena. Os medicamentos podem também ser administrado em água destilada, evitando comprimidos.



Tratamento personalizado 

Homeopatia considera cada indivíduo como diferente e trata o paciente individual. Não considera as doenças físicas e mentais separadamente, mas considera-os como intimamente ligados uns aos outros, uma vez que são os aspectos como um todo. Um remédio é, portanto, prescrito para o paciente individual, não apenas pela sua parte doente, mas para todo estado da pessoa. Ela ajuda na construção de mais de toda a resistência ou imunidade de um indivíduo.

Abordagem integrada 

Remédio homeopático energiza ou estimula a autocura do corpo através da mobilização de competências do sistema de defesa, e trabalha sobre os aspectos mentais, emocionais e físicos do corpo. Homeopatia reconhece a origem psicológica dos sintomas corporais. Remédios homeopáticos são capazes de influenciar o estado de espírito, e pode levar as curas mentais, emocionais de estados perturbados. O tratamento homeopático dá importância para o estado mental do paciente.

Homeopatia não é de ação lenta 

Contrariamente à percepção popular, homeopatia não é lenta. Ela demora algum tempo para o tratamento, pois a maioria das pessoas que vêm para o tratamento homeopático tem uma longa história de doenças crônicas. Eles se voltam para a homeopatia muito tarde, quando tudo mais falhou e quando a doença já está em estado avançado com várias complicações. Portanto, o tratamento, naturalmente, leva um tempo maior.

Longa vida 

Medicamentos homeopáticos são prescritos em diferentes dosagens ou potências como são chamados. A maioria dos medicamentos são preparados em uma base de álcool. Os glóbulos de açúcar branco ou em pílulas são apenas um meio para o transporte do medicamento no organismo.

É a medicina [em forma líquida], que é o ingrediente ativo. Os medicamentos podem ser apresentados sob a forma líquida, ou sob a forma de pó ou pílulas. Se armazenado corretamente, os medicamentos homeopáticos podem ser usados por anos, sem qualquer deterioração da qualidade.

Muito seguro 


Medicamentos homeopáticos são provenientes de fontes naturais e estão dispostos de tal maneira que eles são desprovidos de toxicidade química. A singularidade sobre homeopatia é que cada medicamento é testado em seres humanos saudáveis e seus efeitos são gravados. Assim, os efeitos que devem ser produzidos em um indivíduo após a administração do medicamento são conhecidos. Daí a possibilidade de qualquer perigo para o paciente é mínima.

Precauções ao tomar medicamentos 

Os medicamentos absorvem o revestimento interior da boca. Qualquer odor forte na cavidade oral pode dificultar a absorção do medicamento. Portanto, os pacientes são convidados a se abster de cebola, alho, café, chá, tabaco, álcool, etc, é aconselhável que a medicação seja feita em uma boca limpa e fresca, e não se deve beber ou comer, ou fumar antes e depois da medicina.

Limitações 

Como todo sistema, homeopatia também tem seu próprio escopo e limitações. As pessoas precisam entender que tudo na Terra não pode ser tratado. O tratamento homeopático será ideal para preparar os pacientes para a cirurgia e ajudá-los a recuperar da operação. Da mesma forma, os casos de luxação e fraturas serão tratados por um cirurgião ortopédico homeopata, mas será de grande ajuda para diminuir a dor e aumentar a recuperação.

Geralmente, as pessoas atingidas com doenças genéticas, congênitas, metabólicas ou muito avançadas, doenças degenerativas nem sempre pode esperar ser curada com homeopatia, mas é provável que recebam alívio paliativo eficaz, sem os efeitos colaterais.

Homeopatia ajuda mesmo a nível preventivo, impulsiona o sistema imunológico do corpo e melhora a resistência de um indivíduo a doenças e infecções. Todas as tipas de doenças curáveis podem ser tratadas pela homeopatia. Por isso, é um modo completo e perfeito da terapêutica. Faça da homeopatia a primeira escolha, e não o último recurso.













O que é Homeopatia

 Você pode se imaginar como sendo uma coleção de partes que funcionam juntas como um relógio ?   Ou você é um ser com um corpo que possui partes que interagem entre elas e com o todo, funcionado harmonicamente, para ter o que se chama "vida" ?

 Outra questão: você tem que pensar para seu fígado funcionar ou ele geralmente funciona harmonicamente junto com o resto de seu corpo ? E seu coração ? E seus rins ? e seus…
  E o que você acha que seria mais eficiente :
um medicamento que forçasse sua ação em em certos órgãos de seu corpo, porém tendo reflexos indesejados em outros locais, ou um medicamento que agisse em todos locais de seu corpo que estão precisando de ajuda, ao mesmo tempo ?

 Para a Homeopatia, o corpo de um ser vivo é uma unidade a seu serviço.
Unidade esta que apesar de ser feita de partes, partes das partes, partes das partes das partes, e assim vai, deve ser tratada como unidade quando o ser adoece.
Ou seja, quando seu corpo adoece, é VOCÊ que adoece, e não seu fígado, seu coração, seu baço. E a Homeopatia se propõe a tratar você e não só suas partes.
 As somas das partes é muito mais do que as partes juntas.
E o que dizer então das interações entre elas ? Como se pode esquecê-las ?

 Isso pode parecer pretensioso, mas é o sonho de muita gente desde que o mundo é mundo, tanto que de muitas plantas se diz que são "panacéias para todos os males", pois os homens sempre procuraram e procuram algo que os curasse de todas as doenças. Algo como a procura da "pedra filosofal" na idade média, que faria qualquer metal virar ouro.

Só que raciocine comigo : você não é igual a seu vizinho, ou a seu colega de trabalho, ou a seu irmão e nem sua doença é igual a deles.
As vezes uma pessoa fica doente quando o tempo fica muito seco e outra quando o tempo fica muito úmido. Cada um tem a "sua" doença. Então como você poderia ser tratado "igual" quando adoece ? Um rim pode ser igual a outro. Um coração pode ser igual a outro.

Somos agrupados em espécies por termos muita semelhança entre os indivíduos, mas não somos iguais. Podemos dividir, a grosso modo, as terapias medicamentosas em dois grandes grupos:

A)     As que corrigem "desvios de rota" do funcionamento padrão do corpo dos seres vivos (por corpo entenda-se o corpo todo - inclusive cérebro), fazendo parar as reações que estão lhe fazendo mal.
B)      Isso apesar de essas reações terem começado como algo fisiológico para tentar trazer o corpo para um estado de saúde. Ou para aqueles que estão sob o ataque de outros seres e que não estão conseguindo responder a contento, como por exemplo dar antibiótico em uma pneumonia bacteriana em que o corpo não consegue combatê-la por si só, por exemplo.
C)      Ou em uma alergia qualquer, em que o corpo reage exageradamente a algo e começa a se fazer mal e se toma um anti-inflamatório. Ou quando as veias/artérias do coração se bloqueiam com deposições de gorduras e cia e tem que se fazer uma operação de substituição para se voltar a ter uma irrigação sangüínea satisfatória.
D)     Em todos estes casos houve uma intervenção para se deter o processo e dar fôlego para o organismo se recuperar e combater o que lhe está fazendo mal. Ou no caso da alergia, bloqueando a reação exagerada.


O bom ? Age quer o organismo queira ou não, e dá um fôlego para o organismo reagir e se fortalecer.
O ruim ? Não altera o que está causando estes distúrbios, só age nos distúrbios e/ou nos seus efeitos.

Pode-se combater as bactérias que causam a pneumonia, mas não se consegue que o corpo fique mais forte para ele mesmo combatê-la ou mesmo para ficar mais resistente e não ter pneumonia.

Não se consegue fazer o próprio corpo combater o excesso de sensibilidade aos alérgenos, só se suprime os sintomas. No caso do coração, não se consegue tirar a tendência ao "entupimento" de artérias, só com um regime alimentar e de vida rigorosos.

    B) E as terapias que tentam intervir na causa mais profunda das doenças e corrigi-las. Ou o popular "cortar o mal pela raiz".
O bom ? São terapias com outro tipo de propostas e são, ou deveriam ser, o ideal de todos que almejam uma cura, qualquer que seja ela.

O ruim ? Não são todas as pessoas que são dispostas a este tipo de terapia, por se contentarem com "curas" mais superficiais. E também existem ocasiões, por limitação do ser humano que está aplicando a terapia, em que ela fica difícil de funcionar. Limitações de conhecimento, falta de medicamento, impossibilidade de reação do corpo, etc.

 E voltemos por instantes ao século XVIII : como era a medicina da época ?
 Ela tinha como terapêutica sangrias feitas com sanguessugas, arsênico e outros venenos como febrífugos e outras coisas que horrorizariam hoje em dia  até charlatões.
 As supostas causas das doenças eram fantasmagóricas e fantásticas, e nas faculdades de medicina aulas práticas não eram comuns. Apesar de desde o século XVII, principalmente na Inglaterra, a idéia que tudo deveria vir da experiência começasse a permear o mundo em geral, e a ciência em particular, a terapêutica e a visão do doente parece que ficaram no século XVI.
Talvez por estarem muito ligadas a visão do homem sobre si e este parece que sempre foi um enorme problema para o ser humano.

 Poderia - se dizer que todos que atuavam na área da saúde achavam este quadro normal, mais isto não era verdade. Haviam várias pessoas que se incomodavam mas não tinham uma opção terapêutica. Os alquimistas conseguiram outra abordagem, mas ainda não satisfatória.

 Quem usava plantas medicinais idem, mas e a sistematização, a metodologia, em épocas em que a ciência estava procurando método ?
Nesta época, o conhecimento estava começando a ser algo ao alcance de outros que não nobres ou religiosos. Isto foi uma parte das conquistas das correntes de pensamento dos séculos XVII e XVIII, notadamente na Inglaterra ( XVII) e França de maneira mais acentuada ( XVIII). Mas, sair na rua, entrar em uma livraria e comprar um livro para adquirir conhecimento ?

 Na época, isto era ficção, e das mais absurdas possíveis. Aliás, ainda hoje é ficção em muitos lugares.
  Em 1755 nasceu Samuel Hahnemann, em Meissen, Saxônia, atual Alemanha.

 Aos 20 anos entrou para a faculdade de medicina de Leipzig.
Ele se desapontou com essa faculdade, entre outros motivos, por lá não haver aulas praticas.
 Mas era uma faculdade onerosa e teve que interromper seus estudos por falta de dinheiro e dar aulas particulares.
Segue para Viena, Áustria, onde conseguiu ser aceito como discípulo do Dr. Quarin, diretor do Hospital dos irmãos da Misericórdia. Foi recomendado por ele para ser médico particular e bibliotecário de Samuel de Bruckenthal, governador da Transilvania, onde ficou por 21 meses e dele aproveitou enormemente a biblioteca.
Em 10 de agosto de 1781, Hahnemann defendeu sua tese de doutorado na faculdade de Erlangen, recebendo o grau de doutor. Sempre muito afeito a leitura, lia várias línguas e sobrevivia também com as traduções que fazia.
Depois de formado, praticou a medicina possível na época, mas começou a achar pouco. Ele curava muito pouco para seu gosto, embora as pessoas o considerassem um sucesso. E estudava muito.
Em determinada época, se desgostou de vez e largou a clinica.
 Como ele era farmacêutico e químico (o que era comum na época), além de médico, voltou-se às suas traduções e à química.
Então, para alguém que gostaria de fazer algo no campo da terapêutica, tinha a base tanto de quem faz a medicação quanto de quem a prescrevia.
    A idéia da semelhança ser também um dos caminhos para a terapêutica era algo que já vinha há muito tempo aparecendo no trabalho de vários pensadores .

E a idéia de semelhança parece permear a cultura humana, e mais que isso : trazer ou levar, de um objeto ou ser vivo a outro objeto ou ser vivo suas qualidades, ou a qualidade que interessa a quem faz esta transferência, seja um dos seres vivos envolvidos ou um outro externo.
Usar a pena da águia para ter suas características.
Ler a biografia de uma pessoa que se admira para saber como agir de maneira semelhante a ele,
Imitar o comportamento do pai,
Aprender a falar e a andar imitando os adultos,
Tomar infusão de uma planta em forma de rim para problemas renais,
Tomar pequenas doses de Digitalis purpurea para controlar o que ela causa em grandes doses ( insuficiência cardíaca)
Tomar o veneno continuamente em pequenas doses para tornar insensível a ele,
Até que um dia alguém percebeu que poderia ser feito com mais substâncias :
O que uma ( determinada) substância provoca em pessoas saudáveis pode ser usado como guia para ser dado a pessoas doentes, que apresentam estes mesmos sintomas.
E elas melhoravam.
Eureka ! E ele foi o criador ? Depende do que.
Da lei dos semelhantes ? Nunca. Isso foi só um exercício de observação de Hahnemann, apoiado por muita coisa que ele havia lido. Aliás, um exercício de observação muitíssimo bem feito.
Da Homeopatia ? Claro. Foi ele que operacionalizou, foi ele que desenvolveu o método e foi ele que estabeleceu regras.

Mas e daí, como chegou a isso ? Dentre vários livros importantes que o influenciaram, um livro chamado " Matéria Medica " de Cullen, que ele estava traduzindo, chamou-lhe atenção pela parte em que falava da China officinalis e dizia que ela era muito boa para malária.

Ele começou a experimentar diversas substâncias nos familiares, em amigos, para ver o que provocaram em pessoas sãs. E tudo ia anotando.
Percebeu que se diluísse as doses, os sintomas ficavam menos violentos e mais diferenciados, eram diferentes de uma simples intoxicação.

E, não se sabe exatamente de onde tirou a idéia ( Alquimia ?), começou a dinamizar as substâncias e percebeu ou comprovou, não se sabe, que substâncias antes inertes despertavam sintomas nas pessoas que a experimentavam.
E conforme suas anotações foram aumentando, observava que várias pessoas apresentavam sintomas semelhantes quando experimentavam a mesma substância.
Epa!
Coincidência ou um grande achado ?
E que esta determinada substância curava pessoas que apresentavam estes grupo de sintomas em suas doenças.

Não era mais coincidência. Ele tinha achado algo grande.
Isto era uma terapêutica.
E quais suas bases ?
Substâncias são classificadas como medicamentos de acordo com a capacidade de provocar sintomas significativos em pessoas sãs ( uso da lei dos semelhantes em medicamentos).
 o uso de pequenas doses ( não se queria matar por intoxicação nem o paciente e nem o experimentador).

a dinamização ( "sacudidas") para fazer serem ativas substâncias inativas e/ou para homogeneizar substâncias insolúveis em água/álcool e "melhorá-las".
 experimentar as substâncias candidatas a medicamento em indivíduos sãos ( os experimentadores) seguindo regras pré-estabelecidas.

E experimentar uma substância (mesmo que composta) de cada vez, para não atrapalhar e nem confundir os resultados e anotações de todos medicamentos experimentados com seus sintomas, para estes poderem ser usados quando fossem procurar sintomas relatados por doentes.

E como se usa esta terapia nos doentes ?Escuta-se tudo o que o paciente diz, suas queixas, observa-se seu temperamento, seu modo de ser e viver quando são e quando doente, sua patologia. Anota-se, escolhe-se os sintomas mais significativos, os que chamam mais a atenção para a individualidade do doente.

Daí se escolhe o medicamento que mais se encaixe no quadro, medicando-o, e faz-se outras orientações que forem necessárias. E no caso de Hahnemann, os pacientes melhoravam.

E algumas coisas lhe chamaram atenção, uma já do tempo que ele tinha iniciado as experimentações :
- Quando se experimentava as substâncias apareciam sintomas aparentemente sem utilidade em seu total, do tipo - dor latejante, as 4 horas da tarde, no joelho esquerdo.
Está bem, foi anotado.

E qual não foi a grata surpresa quando este tipo de relato de sintomas também foram observados em relatos de doentes !
Então quer dizer que estas sensações, estes "sentir" aparentemente malucos e que tradicionalmente são só para escutar (e não lembrar mais) servem também para medicar ?
E não é que serviam !

E que interessante, individualizavam o ser, pois enquanto um poderia ter dor latejante as 4 horas da tarde, no joelho esquerdo, outro poderia ter dor latejante no joelho esquerdo quando levantasse pela manhã.
E um poderia ter a indicação de um medicamento; e ou outro, de outro, mesmo os dois tendo dor no joelho!

Então os modos que as queixas são feitas, as características destas queixas, o MODALIZAR, individualizam o ser tratado ? Sim.
E usando-se substâncias diluídas e dinamizadas para a experimentação, mais sintomas individualizantes, diferentes, longe dos sintomas do tipo intoxicação apareciam. E diferenciava mais um medicamento de outro. E estes sintomas também apareciam em relatos de pacientes.

Alguns sintomas que os experimentadores relatavam, quando estavam experimentando uma substância, apareciam com mais frequência, eram relatados por vários experimentadores. Isto foi formando o que se chama o "núcleo" do medicamento, o que o caracteriza mais, inclusive com sintomas mentais, sonhos, sensações, etc.




E uma insatisfação : Hahnemann colhia com cuidado o relato de seus pacientes, elegia com cuidado o medicamento, os medicava e eles ficavam bons. Que ótimo ! Diriam todos. Mais ou menos, começou a pensar Hahnemann. Porque eles, depois de um certo tempo, adoeciam novamente, mesmo que fossem com doenças que nada tinham a ver com a doença que ele havia cuidado. Mas porque eles adoeciam novamente?Deu um "nó em seu raciocínio", pois, se ele curou seu paciente, por que ele voltou a adoecer ? Será que seria seu tipo de vida ? Algo nele fazia-o adoecer ?
E ele começou a pre

A Homeopatia :  Diversas substâncias foram experimentadas separadamente em indivíduos sãos e, nestes indivíduos,
estas substâncias ocasionaram sintomas que não apresentavam normalmente em sua vida .
Estes sintomas que estas substâncias ( seguindo um protocolo de experimentação) despertaram nestes indivíduos foram anotados (de cada substância em separado) e colocados a disposição dos clínicos em livros chamados 'matérias médicas'.
Um doente que apresente sintomas, e uma dinâmica destes sintomas, que seja semelhante à de um medicamento, este medicamento lhe é dado para curar a sua doença.

"ALGUMAS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE HOMEOPATIA"

Comentários (1)

1 – A Homeopatia pode substituir um tratamento pelo outro ou ela deve ser utilizada em conjunto?

R: O ideal é que a pessoa que esteja se tratando com homeopatia não faça uso de outros medicamentos, mas nem sempre isso é possível. Por exemplo, em um caso de diabetes tipo I (chamado Insulino-Dependente), nem pensar em retirar a insulina da vida do paciente – isso seria um ato de irresponsabilidade, negligência médica.
Assim também, com problemas cardíacos congênitos não se pode cogitar em suspender o medicamento prescrito ou a cirurgia indicada pelo cardiologista.

Mas, na maioria dos casos a homeopatia pode ser utilizada como única terapêutica medicamentosa: não faz sentido alguém buscar tratamento homeopático para um problema alérgico e continuar tomando anti-alérgicos; é aconselhável parar de tomá-los para saber até que ponto a homeopatia pode ajudar.

2 – A Homeopatia tem tratamento para quais tipos de doenças? Diabetes, câncer ou outras doenças mais graves ou degenerativas também podem ser tratadas com a homeopatia?

R: Ao contrário da medicina alopática, o foco do tratamento homeopático não é a doença, mas sim o doente, com todas as manifestações que podem prejudicar sua qualidade de vida.
 Desse modo, a homeopatia procura abranger não só as queixas relacionadas com a doença que foi motivo da procura pelo médico, mas também aspectos que o doente nem estava considerando na consulta.

 Assim sendo, todas as pessoas podem se beneficiar do tratamento ou prevenção homeopática, com boas chances de diminuir suas sensações de mal-estar, mesmo que sua doença não seja curada, como o câncer, o diabetes tipo I, a demência (Alzheimer) etc. Um doente de câncer pode se tornar menos sensível à dor, um diabético poderá necessitar de menos insulina, o asmático talvez possa se ver livre de corticóides ou das bombinhas de inalatórios...


3 – É indicada para todas as idades? Quem deve procurar esse tipo de tratamento?

R: Seres humanos e animais de todas as idades podem se beneficiar do tratamento, incluindo gestantes e seus conceptos. Indivíduos com doenças crônicas ou recorrentes, casos emergenciais, diversos pacientes internados em UTI, pessoas muito sensíveis a medicamentos alopáticos (que fazem reações adversas: erupção na pele, vômitos, diarréias, sonolência etc) podem ser ajudados pela homeopatia. Por outro lado, situações de acidentes com fraturas, ruptura de vísceras, ferimentos profundos, por serem de causa mecânica, devem ser tratados com técnicas mecânicas (cirurgia). Pessoas que não têm mais ovários, tireóide e outras glândulas devem tomar os respectivos hormônios – a homeopatia não pode substituí-los.


4 – Como a homeopatia funciona no organismo das pessoas? Ela demora mais do que outros tipos de medicamentos para fazer efeito? A medicina homeopática é muito lenta para tratar doenças?

R: Quando o Homeopata encontra o medicamento homeopático adequado ao caso, a ação costuma ser até mais rápida que o remédio alopático. Frequentemente acontece de o paciente referir que uma forte sensação de bem-estar geral surgiu dois ou três minutos depois da primeira dose de homeopatia.

 O que algumas vezes demora é achar o remédio certo para o paciente. Ainda não se sabe exatamente como funciona o medicamento homeopático. As pesquisas levam a crer que o medicamento produz no organismo uma onda energética que tem frequência e intensidade semelhantes à da onda resultante do somatório dos sintomas do paciente.

Sabe-se, pelas leis da física quântico-ondulatória, que duas ondas se anulam mutuamente quando têm grandezas muito semelhantes. E quando uma onda se anula é porque desapareceu aquilo que a ocasionou, ou seja, os sintomas. Para entender melhor esta complexa hipótese, sugerimos a leitura das páginas 100 a 109 do livro EMOÇÕES CANCERÍGENAS À LUZ DA HOMEOPATIA.

5 – Quais os benefícios ou quais seriam as vantagens para quem deseja fazer tratamentos homeopáticos? Todos os organismos costumam receber bem o tratamento ou há contra indicações?

Não há contra-indicações para o tratamento homeopático. O que existe são limitações do tratamento, pois a homeopatia não é uma panacéia, ou seja, não é remédio para todos os males.

Os benefícios, além da probabilidade de a pessoa se curar ou melhorar de suas principais doenças, podem ser assim exemplificados: a pessoa passa a ter um melhor conhecimento de si própria, à medida que começa a observar melhor como lida com as diversas situações de vida, saúde, doença e relacionamentos; torna-se menos ansiosa com seus sintomas; adquire uma nova concepção de doença, ou seja, a de que a maioria das doenças é simplesmente resultado do esforço que o organismo envida para manter ou recuperar condições de funcionamento e de equilíbrio, e que, portanto, não precisamos buscar remédios para combater ferozmente todos os nossos sintomas .

 Muitas manifestações de doença precisam ser respeitadas e sentidas por um tempo; a pessoa que se trata com homeopatia unicista tem cada vez menos risco de fazer doenças graves.

6 – Quando o tempo está mais frio e as pessoas sofrem mais com resfriados ou dores de garganta, a homeopatia pode ser um bom aliado? De que forma?

R: Assim como há pessoas muito sensíveis ao frio, também existe gente mais sensível ao calor, à umidade, aos ventos, ao clima seco etc.
O importante é que o homeopata conheça detalhadamente como seu paciente reage às mais diversas condições climáticas e meteorológicas, como é seu modo de adoecer, com que sintomas, quais os horários de agravação ou de melhora, como a pessoa caracteriza a dor que sente, que tipo de secreção elimina, como fica seu estado mental e emocional com os estímulos meteorológicos e com os sintomas que apresenta.

De todo esse quadro é que pode sair o diagnóstico de um bom medicamento homeopático. Entenda-se, portanto, que a homeopatia não dispõe de um remédio específico para dor de garganta, outro para otite, outro para sinusite, outro para laringite, asma, pneumonia... O medicamento pode ser o mesmo para tudo isso, de acordo com o conjunto de sintomas e características que sejam próprios do doente e não da doença.

7 – Dizem que durante o tratamento homeopático o doente tem que piorar para depois melhorar? É verdade ou apenas um mito?

R: Quando o homeopata descobre o remédio certo e na potência certa, aí dificilmente haverá agravação. Esse fenômeno (agravação) ocorre quando a energia medicamentosa excede a energia dos sintomas do doente ou quando o doente tem lesões graves ou irreversíveis. Se o medicamento está certo e o doente não tem lesões graves em órgãos vitais (cérebro, rins, fígado, coração, glândulas endócrinas...), a agravação não agrega nenhum mal relevante ao paciente; nesse caso, basta suspender o remédio e a cura se fará de maneira suave e duradoura.

8 – Do que são feitos esses medicamentos homeopáticos? Por que dizem que o medicamento homeopático é só água, não tendo nada dentro?

R: O medicamento é elaborado, de maneira natural e sem aditivos químicos, a partir de substâncias dos reinos animal, mineral e vegetal e de produtos extraídos de tecidos doentes.

 De fato, a partir da décima segunda diluição não se detecta mais nenhum tipo de molécula no medicamento, a não ser água e álcool (que é o conservante). A atuação é apenas energética, com base na física quântico-ondulatória, que comentamos anteriormente.

9 – Como é a consulta homeopática? É muito diferente da alopática?

R: Sim, é bastante diferente da consulta alopática. Geralmente tem duração muito maior, pois o homeopata busca detalhar ao máximo tudo o que o doente diz que sente e procura captar o modo de ser do paciente e de reagir diante das mais diversas situações de vida.

Não basta apenas saber os sintomas que são comuns a uma doença específica, mas, principalmente, o modo particular como o doente sente aquilo, com toda a subjetividade que é própria daquele ser humano.

Então, por exemplo, se o doente tem dor na barriga, interessa saber se a sensação é de uma pontada, agulhada, queimação, ardência, como se tivesse puxando, roendo, cortando... que emoções a dor provoca: medo, raiva, irritabilidade, indiferença, auto-compaixão, desespero, remorso, masoquismo.

Esse é o diferencial da homeopatia, além do zelo com o diagnóstico clínico, para estimar as possibilidades do tratamento homeopático e não negligenciar a importância de outros tipos de intervenção, como uma cirurgia de urgência, por exemplo. .

10 – Uma mensagem para o leitor.

Precisamos refletir mais profundamente sobre os significados de nossos adoecimentos. Na esmagadora maioria das vezes nós ADOECEMOS PORQUE PRECISAMOS, ou seja, nossa fisiologia tenta reparar danos leves à nossa mente e aos nossos tecidos, que resultam de nossas interações psico-afetivas, de nossos enfrentamentos com o ambiente ao nosso redor e de alguns “caprichos” de nosso código genético.

 Devemos primeiramente corrigir e readequar nossa forma de interagir com as pessoas e com o mundo, nossa forma às vezes astuta demais de tirar proveito das coisas e das pessoas. Se nos corrigirmos, ficaremos menos predispostos a doenças graves. Não devemos ver toda e qualquer doença como séria ameaça à nossa sobrevivência. Não precisamos combater qualquer febre.

Não necessitamos queimar qualquer manchinha em nossa pele.
Não precisamos tomar antidepressivo para qualquer tristeza que resulte da perda de um ente querido ou de algo que não deu muito certo. Doença não é castigo; ao contrário, é indulgência, é caminho que a totalidade de nosso ser encontrou para evitar que qualquer embate nos faça sucumbir ou enlouquecer.

Não precisamos de vacina para tudo. Pra que tanta neura, tanta nóia com as bactérias? Se estivermos fortalecidos com boa alimentação, atividade física e vida pessoal bem resolvida, a maioria dos germes e bactérias nada poderão contra nós. Em terreno bom e bem tratado as pestes pouco se criam.


O próprio Louis Pasteur, o cientista descobridor das bactérias, disse antes de morrer: “O germe não é nada; o terreno é tudo”. Outro grande cientista do século XIX, Rudolf Virchow, o  pai da patologia celular, confessou: “se pudesse viver minha vida outra vez, a dedicaria a provar que os germes buscam seu habitat natural – o tecido doente –










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